sexta-feira, 29 de junho de 2007

Não tem ninguém em casa, não tem ninguém na linha


Fiquei com medo. Muita coisa mudando ao meu redor. De uma forma rápida, inexplicável. Fechou-se uma porta e abriram outras muitas. Hoje foi um dia, o primeiro destas últimas semanas que eu respirei aliviada. Veio uma sensação tão gostosa de estar voltando tudo ao seu devido lugar. Coisas que estavam dando saudade de fazer como ir em festa só pra comer e falar mau dos outros. Tinha tudo pra ser uma droga, mas foi maravilhoso, certas pessoas nos fazem sentir bem simplesmente por estarem ao nosso lado. Depois fomos ver a Fê dançar, sem motivação. Mas de fato, a apresentação surpreendeu demais! Tão bom ver uma amiga tua, se sentir orgulhosa por ter amigos talentosos. Fora os cílios postiços da Fê ( saídos de um filme anos 60), o que mais me surpreendeu foi Richard e seu cavalherismo, um perfeito gentleman. E eu sempre descrente de homem, taí tomei na cara. Isso tá virando uma crônica pessoal, mas como é que eu não vou lembrar da professora de literatura me beijando com cheiro de cachorro quente? Dá não!

E a fofoca rolou solta até dentro do táxi! Avenida Ipiranga ficou lotada de palavras, de citaçoes sobre os outros. Tem dias que eu acordo assim, morrendo de vontade de descarregar a minha revolta em alguma coisa e nada melhor que nos verbos e adjetivos que saem da minha boca.

Semana que vem, cinema com a galera cult, com quem eu estou estreitando amizades. Quem sabe né? E... eu ainda sinto como se estivesse pisando nos gramados da granja vianna.