Nós: as mulheresComo podem ser tão lindas? Deneuve, Bergman, Crawford, Davis. A Catherine tem aquela típica beleza francesa, beleza de inverno. Aqueles lábios vermelhos e grossos, um corpo envolvido em peles, que instiga vontade de possuir sem nada a perder. Cabe na música "My cherrie amour" do Ronnie Von. O tipo de sotaque carregado, atraente, que quando canta "Toi Jamais" quase implora para que a amemos como nenhum homem pôde fazer.
Ingrid Bergman e seus olhinhos brilhantes "ask sam to sing as time goes by". Parecia ser tão pacífica, tão compenetrada.Fora que nenhuma outra atriz consegue vestir shortinhos de verão e ficar tão cute como ela, haha! Na verdade os suecos num geral são bonitos, cheirosos e chiques. Como a Ingrid. E só de ter dados uns beijos ( ou seriam beijos de mentirinha?) com o Humphey em Casablanca já é um ponto a ser considerado.
Crawford, Joan. Confesso, minha atriz favorita. Mesmo eu nunca tendo visto nenhum filme dela (quer dizer, depois do dia 12 verei todos!), exerce um fascínio incrível sobre mim. Malu Mader e suas sombrancelhas não chegam NADA perto das da Joan. Nada. As pessoas preferem a fase dos anos 30, vide sombrancelhas finas. Mas eu, sempre do contra, prefiro as da fase grossa, levanta o olhar. E dá medo. Aquela feição, típica feição "crawfordiana" causa impacto. Apesar de mamãezinha querida ser um livro sensacionalista, tinham partes que se realmente forem verdade, deviam ser muito engraçados! Imaginem a Joan e o Gable, que coisa linda!
E a Bette? Só pelo fato dela tomar coca cola nas filmagens de "O que terá acontecido a baby jane?" para provocar a Joan que era casada com o presidente da Pepsi, já faz da Davis Bette, uma personalidade forte. Ah... e tem a cara de cachorro sem dono que ela faz em "A Malvada" que dá vontade até de levar pra casa!
Agora sem voz, vou me recolher aos meus aposentos. Vai entender porque o blog tirou o titulo né?!